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A banda catarinense Soco HC acaba de lançar o single “Agro Caos”, novo som que chega para encerrar um ciclo e abrir caminhos para uma nova fase do grupo. A música sucede os EPs Filhos da Pandemia (2023) e Diferente do Combinado (2025), reafirmando a identidade da banda dentro do hardcore nacional. A faixa conta com a participação especial de Bonzo, vocalista da banda Apto Vulgar, dividindo os vocais na música. Além do lançamento nas plataformas digitais, “Agro Caos” também ganhará um videoclipe, previsto para estrear em breve. O single também simboliza uma mudança importante na formação da banda, marca a despedida do baixista Daniel, que encerra sua trajetória no grupo, abrindo espaço para a chegada de Fabinho, novo responsável pelas quatro cordas. Criada em Barra Velha, no litoral de Santa Catarina, em 2020, a Soco HC rapidamente se consolidou como uma das vozes mais intensas e autênticas do hardcore catarinense. Formada por músicos experientes da cena underground, a banda combina a agressividade do hardcore, elementos de crossover e a consciência política do punk, sempre com letras em português que confrontam desigualdades e tensões sociais. Em apenas cinco anos de estrada, o grupo saiu dos palcos locais para marcar presença em festivais como Tschumistock, Necrocamping, Bob Rock e Renascer Fest, dividindo espaço com nomes históricos como Ratos de Porão, Garotos Podres, Worst, Eskrota e Cabra Negra. A intensa agenda de shows e participações em coletâneas como Punkadaria Antifascista Vol. 4, Balbúrdia Records Ano 3 e 4 e Contramão Musical Vol. 6 reforçam o comprometimento da Soco HC com a cena independente e sua postura ativa dentro do underground. Soco HC – Agro Caos (2026) Com quase três décadas de atuação no underground brasileiro, a Repulsores acaba de lançar Biofobia, seu novo single em parceria com a Balbúrdia Records. A faixa estreou no dia 12 de dezembro em todas as plataformas de música e reforça a força, a coerência e a agressividade de uma banda que atravessou o tempo sem abrir mão de sua identidade. Confira “Biofobia” nas plataformas de música: A Repulsores surgiu em 1997, formada por adolescentes que encontraram no punk rock uma forma legítima de expressão e enfrentamento do mundo ao redor. A banda deu seus primeiros passos com duas demos fundamentais para sua formação estética e ideológica: Cachorro Loco (1998) e Puta Profissão (2000), esta última totalmente pautada no hardcore, acelerando ainda mais a proposta sonora do grupo. Em 2001, lançam Possuído, primeiro trabalho produzido em estúdio, já incorporando uma abordagem crossover, com mais riffs, peso e velocidade, elementos que se tornariam a tônica definitiva do trio. Após um intervalo maior, a banda retorna em 2007 com Proliferação do Mal, um trabalho mais elaborado, que amplia tanto os arranjos quanto o discurso. A partir daí a Repulsores passa a gritar a plenos pulmões sua visão crítica sobre a sociedade, rejeitando a idolatria de mitos, líderes e falsas referências, sem perder a agressividade que sempre definiu sua sonoridade. Lançamento: Biofobia Instagram: @repulsores
Lançamento: 16 de abril
Selo: Balbúrdia Records
Após o EP Apocalipse Falhou (2024) e o registro ao vivo Headbangers Attack (2025), o trio retorna com uma verdadeira paulada, unindo hardcore e metalem uma abordagem direta, veloz e carregada de crítica social, marca registrada da Repulsores desde os seus primeiros passos.
https://onerpm.link/299004287598
Uma trajetória forjada no punk e no hardcore

Ao longo dos anos, formou-se um grupo coeso e constante, mesmo diante das dificuldades impostas pelo underground brasileiro. O último álbum consolidou a Repulsores no circuito, justamente em um momento em que compromissos profissionais e pessoais dos integrantes levaram a banda a um longo hiato, rompido com força total nos lançamentos recentes.Serviço
Artista: Repulsores
Selo: Balbúrdia Records
Data: 12 de dezembro de 2025
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A banda Soco HC faz um Hardcore pesado e agressivo. A banda foi formada em 2020 em meio a pandemia na cidade de Barra Velha no litoral de Santa Catarina, e agora já estão na estrada divulgando seu som, eles estarão em Curitiba dia 25 de novembro e prometem em breve lançar seu material, batemos um papo com a banda que você pode conferir aqui.
Nós mesmos somos exemplo de que o underground está ativo, pois somos de uma cidade que nem tem cena no rock, mas temos a vontade de fazer acontecer.
Daniel – Soco HC
Galera para quem não conhece o que é a Soco HC?
Daniel – A Soco HC é o resultado e a expressão da insatisfação nossa com a situação atual, tanto no campo político do país, como na vida cotidiana em relação à exploração no trabalho, em relação ao preconceito descarado das pessoas.
Murilo – É isso aí, se reunimos pra botar pra fora isso em forma de som, e nada mais justo que um som pesadíssimo e agressivo.

Conheci a Soco HC na internet na divulgação de um evento, e adorei o som da banda aí bateu a curiosidade que banda é essa? Podem contar um pouquinho da formação da banda como começou esse movimento.
Daniel – Vi um anúncio numa rede social, que o Montanha postou, procurando baixista pra montar um projeto HC. Fazia um ou dois meses que eu tava morando em BV (Barra Velha-SC), nem tava procurando banda mas resolvi responder pra ver o que acontecia. Logo ele entrou em contato comigo, batemos um papo e as ideias foram fechando. Acho que naquele mesmo dia fui apresentado pro Renã e pro Murilo, o papo fluiu legal também e ali fechou a formação da banda.
Murilo – Eu quando voltei morar em BV (Barra Velha-SC) começei a tocar com o Montanha que na época tinha uma bandinha de pop rock e ficaram sem guita… ai as referências de som minha e do montanha bateu e ficamos na pira de montar um projeto mais pesado, nisso o Renã que era vocal da banda que eu tocava em MG antes de voltar pra cá, resolveu vir pra cá também e com o Renã aqui e já sabendo das referências de antigas bandas e do gosto pela pauleira fechou o trio que saiu atrás de um baixista que estivesse na mesma situação, da onde encontramos com o Dani como ele disse acima. E isso durante a pandemia, por isso nos intitulamos Filhos da Pandemia.
A banda já nasceu autoral? Como vocês começaram a compor e como foi o processo?
Montanha – Desde o início a proposta é sim autoral e em português, foi escolhido alguns covers para se entrosar, porém nos primeiros ensaios já saiu a primeira música. ” Não cruza o meu caminho”
Acompanhando a Banda vemos que já está fazendo diversos shows, e como está sendo a receptividade dos sons de vocês? E como está a agenda de shows? Qual a dificuldade para uma banda do undeground?
Daniel – Receptividade tem sido boa, nos lugares que tocamos o pessoal curte bastante os sons e o show. Próximos shows dia 19/11, no Casa Preta em Floripa e dia 25/11 em Curitiba no Litoral HC Invasion. Dificuldade que eu percebo é ter uma agenda contínua de shows, a pouca valorização das bandas autorais, estrutura dos locais pra tocar, muitas vezes tirar grana do próprio bolso pra fazer o corre.

Como está o repertório de vocês, já possuem muitas músicas prontas?
Murilo – Nosso repertório é composto por 17 músicas, sendo 11 autorais e 6 cover;
Vocês têm previsão para algum lançamento?
Murilo – Se tudo rolar como o planejado em dezembro já é pra estar saindo do forno o primeiro Single
Como vocês veem a cena underground hoje e o que esperam dos próximos anos?
Daniel – Apesar da recente onda de conservadorismo e das relações cada vez mais descartáveis, vejo a cena do underground fortalecida e bastante unida, nesse pós pandemia tem muitos eventos e festivais voltando a acontecer o que é extremamente importante para alimentar o underground, muitas bandas surgindo, outras voltando à ativa… nós mesmos somos exemplo de que o underground está ativo, pois somos de uma cidade que nem tem cena no rock, mas temos a vontade de fazer acontecer. Penso que a cena tende a ficar mais unida e fortalecida.
E como banda quais são os planos e metas para o futuro, onde vocês se veem em um futuro breve?
Daniel – Próximo passo é gravar um single para ser lançado no final de dezembro ou Janeiro, estamos estudando isso ainda, temos algumas músicas consolidadas já e prontas pra serem lançados em EP no próximo ano, provavelmente um full até o final de 2023, pro futuro da banda a ideia é se manter ativo na cena, lançar material, fortalecer a parceria com outras bandas.
Deixem uma mensagem ou recado final para o pessoal que acompanha a Balbúrdia e a banda.
Daniel – Muito obrigado à Balbúrdia Records pelo interesse no nosso trabalho, Selos como esse é que mantém a cena viva. Obrigado ao pessoal que nos acompanha, fortaleçam o underground, assim todos podemos conquistar nosso espaço.
Integrantes
Daniel Frois – Baixo
Murilo – Guitarra
Renã – Vocal
Montanha – Bateria
Segue a Soco HC nas redes sociais e conheça mais.
www.instagram.com/socohc
Montanha (47) 9256-1945
Daniel (49) 8503-5509
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